A jornalista, o juiz e o vassalo!

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Idelber Avelar - Foto do Face

Essa é a figura  que o jornal dos marinhos escolheu para, atacando o Ministro do Supremo Alexandre de Moraes, defender a Jornalista(?) Malu Gaspar. Ele se diz "Professor de assuntos latino americanos na Universidade Tulane (oi?).

Volta a mentir, falando num contrato que TODOS já sabem que na verdade não passa de uma minuta no celular do tal Vorcaro, do Master. 

Diz que o juiz "é de futuro incerto" e que a jornalista "continuará seu trabalho".(oi?)

Ataca a todos os que denunciaram a "jornalista" chamando de capangagem. 

Observem que o jornal dos marinhos foi buscar essa figura desconhecida numa universidade que fica nos EUA(oi?) New Orleans, Louisiana, totalmente desconhecida e no mínimo, levanta suspeitas, eu disse suspeitas, se realmente ele tem esse rótulo.

Isso indica que faltou coragem aos "amigos" e "companheiros" da "jornalista" para defendê-la. Daí foram buscar uma pessoa totalmente desqualificada para escrever, atacando - com mentiras - o Ministro Alexandre e exaltando a moça, que, todos sabemos, está a partir de hoje na "geladeira" por ter sido desacreditada.

Ele ataca o Ministro com o mesmo discurso da extrema direita, evocando a tal "censura prévia" quando na verdade Xandão - melhor chamar assim, pois eles odeiam - o que fez foi proteger a nossa DEMOCRACIA coisa que esse "professor" naturalmente desconhece, por tentar defender a indefensável. 

Entendemos que TODOS tem direito a defesa, mas a dela, convenhamos, deveria ter sido realizada por um "coleguinha" jornalista. Tal não acontece por que, como dizia Mino Carta "os jornalistas são piores que os patrões". 

Usando a linguagem da extrema direita o "professor" apenas reitera o que nós já sabemos: os marinhos odeiam a democracia. Desde o apoio a ditadura, a eleição de collor, o controle exercido sobre FHC; inventando um filho bastardo, e por último incensando, esse sim, um capanga, que é o pseudo juiz moro. 

Isso é apenas o começo. O que virá aí na campanha eleitoral do ano que vem será bem pior. Temos que estar preparados.

Carta do Ministro ALEXANDRE DE MORAES para a jornalista Malu Gaspar!

 

 

  "Quando a cabeça não pensa, o corpo é quem paga!

Diz um ditado antigo! 

Muito atual, para esse jornalismo que tenta reviver o Lavajatismo.

À
Sra. Malu Gaspar
Jornalista – Rede Globo

Assunto: Responsabilização judicial por calúnia, difamação, danos morais, disseminação de fake news e imputação de crimes sem provas

Senhora jornalista,

Na condição de Ministro do Supremo Tribunal Federal e de cidadão atingido em sua honra, imagem, reputação institucional e vida privada, venho, por meio desta, tornar pública e formal a adoção de todas as medidas judiciais cabíveis em face das reiteradas condutas por Vossa Senhoria praticadas, as quais ultrapassam em muito o exercício legítimo da liberdade de imprensa e ingressam de forma deliberada no terreno da calúnia, da difamação, da fabricação de narrativas falsas e da acusação criminosa sem qualquer lastro probatório.

A liberdade de imprensa, é importante lembrar, não é licença para mentir, não é salvo-conduto para imputar crimes inexistentes, não autoriza a construção de enredos conspiratórios, nem permite que jornalistas se comportem como atores políticos travestidos de repórteres, manipulando fatos, distorcendo contextos e induzindo a opinião pública ao erro.

Vossa Senhoria, de maneira consciente e reiterada, veiculou acusações sem provas, sugeriu a existência de complôs armados, insinuou condutas criminosas inexistentes e produziu material que se enquadra, de forma cristalina, nos tipos legais de calúnia, difamação e danos morais, além de disseminação de fake news com potencial desestabilizador institucional.

Mais grave ainda: tais acusações não se deram por erro jornalístico pontual, mas por método, por narrativa construída, por intenção clara de criar um enredo político-criminal destinado a desacreditar decisões judiciais legítimas e criminalizar a atuação de um magistrado da Suprema Corte, algo incompatível com qualquer noção mínima de responsabilidade profissional.

A tentativa de Vossa Senhoria de apresentar ilações como fatos, versões como provas e conjecturas como verdades reproduz, em essência, o mesmo modus operandi que marcou um dos mais conhecidos episódios de lawfare da história recente do país — episódio este que culminou na instrumentalização do sistema de justiça para fins políticos, nos moldes do que foi praticado pelo então juiz Sérgio Moro contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A diferença, neste caso, é que a toga não será utilizada para perseguir, mas para proteger o Estado de Direito, inclusive contra abusos cometidos por quem se esconde atrás do rótulo de “imprensa” para agir politicamente.

Não se trata, portanto, de censura, como previsivelmente será alardeado. Trata-se de responsabilização. A democracia não sobrevive quando jornalistas se arrogam o direito de acusar sem provas, condenar sem processo e manipular a opinião pública por meio de insinuações maliciosas.

Por essas razões, ficam desde já anunciadas e protocoladas as seguintes medidas judiciais:

Ação penal por calúnia, diante da imputação de crimes inexistentes;

Ação penal por difamação, pela tentativa deliberada de macular reputação e honra funcional;

Ação cível por danos morais, diante dos prejuízos pessoais, institucionais e familiares causados;

Responsabilização pela disseminação de fake news, nos termos da legislação vigente;

Apuração de eventual associação para a produção de narrativa fraudulenta, caso se comprove atuação coordenada;

Investigação sobre abuso do exercício da atividade jornalística, quando convertida em instrumento político;

Responsabilização por acusação sem provas e construção de complô fictício, com claro dolo informativo.

O jornalismo sério fiscaliza o poder.
O jornalismo irresponsável ataca a democracia.
E o jornalismo que mente não merece proteção constitucional.

Que este episódio sirva como alerta: ninguém está acima da lei, nem magistrados, nem políticos — e tampouco jornalistas.

A Constituição protege a crítica, não a mentira.
Protege a imprensa livre, não a imprensa fraudulenta.
Protege a democracia, não projetos de poder disfarçados de reportagem.

Atenciosamente,

Alexandre de Moraes
Ministro do Supremo Tribunal Federal 

Veja como funciona a tal "liberdade de imprensa"!